Opportunity. Empowerment. Engagement.

David Bryan

Professional Development is focused on the needs of the whole school, a whole school vision, or the needs of a sector of the school. It tends to be less personalised.

How do we facilitate high levels of professional engagement?

Professional Development is focused on the needs of the whole school, a whole school vision, or the needs of a sector of the school. It tends to be less personalised.

Professional Learning is attached one’s individual professional growth. It may lead to the development of a new understanding of one’s role in school or to an innovative way of approaching education.

Professional Engagement is about how an educator embraces their personal philosophy or ideology, embracing a deeper level of interaction between the educator and the object of inquiry.

A professional engaged person is concerned with the goal, the purpose of the project they are interacting with. Professional engagement is more than simply being passionate about your concepts; successful professional engagement accentuates the dimensions of the professional learning and the success of professional engagement leads to a realisation of your concepts. Rather than being an abstract concept, the engagement makes a concept tangible; creating an opportunity to share the experience with your learning community. 

We must have clarity of one’s own understanding of one’s level of professional engagement in order to be able to influence a wider community of professionals. The clarity of one’s role becomes a motivator to one’s immediate community of professionals.

Elucidation of your role and your contribution to the wider vision of the institution inspires and motivates your thinking.  The clarity of purpose becomes the foundation for a creative risk-taking mindset and the platform upon which to build innovative concepts.

The value of professional engagement is being able to visualise a pathway of learning in a new light; one that is aligned with the vision of the institution.

Professional engagement is inextricably owned by the agent of the engagement. If you are professionally engaged, you develop a sense of ownership towards the project.  There is a professional level of intimacy between the educator and the teaching material that is only actuated once professional engagement mediates this relationship. 

Ownership becomes a catalyst for deeper cognition and ultimately a driving force for the conceptual realisation of our thinking.  Reflection is the key driver of professional engagement; this aspect is time consuming. Your organisation’s management of time to provide collaborative activities, furnishes a learning environment that engenders innovation and creativity. 

Time is the most precious commodity in education. Significant time is required if we intend our stakeholders to explore a discourse that supplements collaborative thinking and ownership.

As educators, we want to feel immersed in our professional learning. When we feel valued by the organisation, our goodwill flourishes and we start to see how we can make an even greater impact to the learners, the parents and our peers.  The enjoyment of working alongside other educators who are aligned with that notion of purpose, empowers our thinking in overcoming challenges, breaking down barriers and achieving the impossible.

Nurturing thinking that has values steeped in trust is of paramount importance, particularly if professional engagement is to pullulate successfully.  As educators, we have a responsibility to cultivate the landscape of pedagogical engagement for the learning community.  A notion of empowerment also stems from ‘Psychological safety to spur learning… [alongside] high standards and inspire people to reach them’ (Edmondson, 2019).

The psychological safety and trust with all learners is the infrastructure upon which the individual confidence is amplified. Confidence permeates the collaborative spheres in which people engage.   When exploring the value of collaboration, we recognise that ‘the single most important factor that influences the quality of teaching in schools is the quality of teacher learning’ (Atwal, 2019). 

The professional engagement of our peers is contagious. When it becomes visible, we are inspired; we see opportunities for ourselves and our own concepts.  We can see the support mechanisms in place to empower our thinking.  We are able to conceive an engagement that exists beyond the daily educational routines.  An engagement that is not bound by time and one that has purpose, meaning and transcends the traditional perspectives related to professional learning and development.

 

Edmondson, Amy C.  The Fearless Organization:  Creating Psychological Safety in the Workplace for Learning, Innovation and Growth.  London:  Wiley, 2018.

Kulvarn, Atwal.  The Thinking School:  Developing a dynamic learning community.  London: John Catt Educational Ltd, 2019.

 

Como facilitamos altos níveis de engajamento profissional?

O desenvolvimento professional está focado nas necessidades de toda a escola, na sua visão ou nas demandas de um setor específico. Este tende a ser menos personalizado.

A aprendizagem professional, por sua vez, está ligada ao crescimento profissional individual. Ela pode levar ao desenvolvimento de uma compreensão mais profunda sobre o papel deste indivíduo dentro da organização ou propiciar uma visão inovadora de abordagem educacional.

Engajamento professional relaciona-se com o modo pelo qual um educador abraça a sua própria filosofia ou ideologia abrangendo um nível mais profundo de interação entre o educador e o objeto de sua investigação.

Um profissional engajado preocupa-se com o propósito do projeto que está a desenvolver. O engajamento profissional permite que o educador ultrapasse a paixão pessoal por seus próprios conceitos. Ele salienta as dimensões da aprendizagem professional e leva ao refinamento das concepções anteriores.

Longe de ser um conceito abstrato, o engajamento torna as concepções tangíveis. Através dele, inaugura-se uma oportunidade de compartilhamento de experiências enriquecedoras com a comunidade de aprendizagem.

Deve-se ter clareza sobre a própria compreensão do nível de envolvimento profissional individual para que a comunidade de educadores possa ser influenciada de forma alargada. O entendimento da função do profissional motiva a comunidade que o cerca.

A elucidação de seu papel e sua contribuição para a visão mais ampla da instituição inspira e fomenta seu pensamento. A clareza de propósito torna-se a base para uma mentalidade criativa que assume riscos e a plataforma sobre a qual constrói-se conceitos inovadores.

 O valor do envolvimento profissional ressoa sobre a capacidade de visualizar um caminho de aprendizagem sob uma nova luz alinhada à visão da instituição. O envolvimento profissional é inextricavelmente propriedade do agente do envolvimento. Caso esteja profissionalmente engajado, o indivíduo desenvolverá um senso de posse em relação ao seu projeto. Existe, pois, um nível de intimidade profissional entre o educador e o material didático que só é acionado quando o engajamento profissional medeia essa relação.

 

O senso de propriedade converte-se em um catalizador que proporcionará uma cognição mais profunda e, em última análise, uma força motriz para a compreensão conceitual do pensamento. A reflexão é a ferramenta motivadora essencial no envolvimento profissional e ela consome tempo. A gestão do tempo em nossa organização visa estimular atividades colaborativas através de um ambiente de aprendizagem propício à inovação e à criatividade.

O tempo é o bem mais precioso no âmbito da educação. É necessário empregar um tempo significativo, caso pretendamos que nosso grupo explore um discurso que complementa o pensamento colaborativo e compreenda seu papel na construção de nossa identidade.

Como educadores, temos a necessidade de sentirmo-nos imersos em nosso aprendizado profissional. Quando somos valorizados pela nossa organização, nossa vontade floresce e começamos a nos perguntar sobre como podemos impactar de forma mais profunda nossos alunos, pais e colegas. A alegria de trabalhar ao lado de outros educadores que apresentam o mesmo propósito potencializa nossos pensamentos em busca da superação dos desafios, da quebra de barreiras, levando-nos a atingir o impossível.

Cultivar o pensamento que apresenta valores embebidos na confiança é de suma importância, especialmente quando o envolvimento profissional for utilizado para germinar o sucesso. Como educadores, temos a responsabilidade de cultivar a paisagem de engajamento pedagógico para a comunidade de aprendizagem. A noção de empoderamento também decorre de “segurança psicológica para estimular a aprendizagem… (junto aos) padrões elevados e inspirar as pessoas a alcançá-los”. (Edmondson, 2019)

A segurança psicológica e a confiança dos alunos constituem a infraestrutura sobre a qual a confiança individual é ampliada. A confiança permeia as esferas colaborativas nas quais as pessoas se envolvem. Ao explorar o valor da colaboração, reconhecemos que “o fator mais importante que influencia a qualidade do ensino nas escolas é a qualidade da aprendizagem do professor”. (Atwal,2019)

O engajamento profissional de nossos pares é contagiante. Quando ele se torna visível, somos inspirados pelo mesmo; passamos a envergar oportunidades para nos desenvolvermos enquanto indivíduos e aprimorar nossos conceitos. Conseguimos visualizar os mecanismos de suporte implantados para fortalecer nosso pensamento. Somos capazes de conceber um engajamento que ultrapassa as rotinas educacionais diárias. Um engajamento que não é limitado pelo tempo e que apresenta propósito, significado e transcende as perspectivas tradicionais relacionadas à aprendizagem e ao desenvolvimento profissional.

 

Edmondson, Amy C. The Fearless Organization: Creating Psychological Safety in the Workplace for Learning, Innovation and Growth. London: Wiley, 2018.

Kulvarn, Atwal. The Thinking School: Developing a dynamic learning community. London: John Catt Educational Ltd, 2019.